Amo-te. Há três, quatro anos que te amo!E ele ficou em silêncio, porém, não queria que nada mudasse apesar do que disse.
O olhar dela era sereno, como se já estivesse à espera daquelas palavras.
O alívio e a leveza de alma tomaram conta dele.
Ela podia jurar que, depois de ter dito tais palavras, algo nele tinha mudado.
Ainda me amas?
Agora, como ele se sentia encurralado, teve que desviar o olhar.
Não. Foi a primeira vez que proferi estas palavras e isso libertou-me do seu sentimento.
Desta vez, apenas o olhar dela mudara.
Os dois ficaram em silêncio e olhando o que os rodeava.
Oh, eu vou sair, então...
Ele acenou mudamente e ela saiu pela porta.
Ele encostou-se suavemente à porta.
Estúpido, tu ama-la...
Mentindo com palavras, confessando a verdade com o olhar.
Ela repousou na parede, do lado de fora da casa, próximo da porta.
Estúpida, tu ama-lo...
Mentindo com acções, confessando com o silêncio.
Basta um abrir de uma Porta e...
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